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sexta-feira, 15 de abril de 2016

APPI pede que trabalhadores em educação sejam vacinados contra a gripe H1N1

O presidente da APPI/APLB-Sindicato, Osman Nogueira Junior, encaminhou ofício ao secretario municipal de Saúde, Antonio Ocké, solicitando que os trabalhadores em educação sejam incluídos no grupo de risco da doença viral H1N1 e que, portanto, devem ser beneficiados com a antecipação da vacinação. No documento a APPI afirma que o vírus é disseminado entre pessoas e esses servidores da educação estão em contato direto com em media 600 a 1200 pessoas por dia, merecendo um tratamento diferenciado por trabalharem diretamente com crianças, adolescentes e adultos.

Justifica a APPI que a grupe suína H1N1 é uma doença viral transmitida por novo tipo de vírus da mesma família da gripe e que passa para as pessoas através de tosse e de espirros. Algumas pessoas podem se infectar em contato com os objetos contaminados. Nesse caso, os trabalhadores em educação estariam considerados no grupo de risco e estão vulneráveis à contaminação, já que vivem e convivem em ambiente de grande aglomeração e que devem estar incluídos na antecipação da vacinação,

O acesso à vacina na rede pública é prioritário ao grupo de risco que inclui idosos a partir de 60 anos, crianças de seis meses a menos de 5 anos, trabalhadores da saúde, grávidas e mulheres até 45 dias após o parto, indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis, presos, funcionários do sistema prisional, e jovens de 12 a 21 anos que estão sob medidas socioeducativas. E no entendimento da APPI, os trabalhadores em educação devem integrar essa lista do grupo de risco.

Além da vacinação, a população precisa adotar cuidados para não contrair a gripe H1N1. Para isso preciso lavar as mãos várias vezes ao dia, evitar tocar a face com as mãos e proteger a tosse e o espirro, com lenço descartável, manter os ambientes ventilados, evitar aglomerações e ambientes fechados. O objetivo da campanha é reduzir a mortalidade, as complicações e as internações decorrentes das infecções pelo vírus da influenza. 

Debate em Ilhéus destaca prejuízos do PLP 257/2016 que retira direitos dos servidores

Como parte das atividades da parada nacional dos trabalhadores, realizada nos dias 13 e 14, as centrais sindicais CTB, CUT e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, em parceria com a APPI/APLB-Sindicato, realizaram na manhã desta quinta-feira, na Câmara de Vereadores de Ilhéus, o debate sobre o Projeto de Lei Complementar 257/2016 que retira direitos dos servidores públicos. O encontro contou com a participação dos trabalhadores em educação, que esclareceram dúvidas e conheceram detalhes do PLP.

O presidente da APPI/APLB-Sindicato, Osman Nogueira Junior, falou da necessidade da união dos trabalhadores em educação na luta constante pela conquista e garantia dos seus direitos. Segundo ele, só a união faz a categoria mais forte, respeitada e firme na luta pela valorização dos trabalhadores. O presidente do Sindicato dos Bancários de Ilhéus e representante da CTB, Rodrigo Cardoso, destacou os prejuízos do PLP e a necessidade de se fazer pressão junto aos parlamentares federais de todos os estados, para chamá-los a não aprovar esse projeto de lei e os resultados que já começaram a surtir efeitos.

O diretor do Sindicato dos Servidores Públicos Federais, Edvaldo Pitanga, explicou que dentre as medidas nefastas a serem implementadas caso o projeto seja aprovado estão a suspensão dos concursos públicos, congelamento de salários, não pagamento de progressões e outras vantagens (como gratificações), destruição da previdência social e revisão dos Regimes Jurídicos dos Servidores. E a suspensão de concursos públicos terá como consequência imediata a intensificação da precarização dos serviços públicos ofertados à população.

Pitanga destacou a importância da ampla participação dos docentes na luta contra a aprovação do PLP 257/2016. “A primeira coisa é debater e divulgar o conteúdo do Projeto de Lei. É importante que todos tenham a compreensão clara do que esse PLP significa e que todos tomem conhecimento do tamanho dos riscos que estão postos e da perda de direitos dos servidores públicos, incluindo os docentes”, complementou.








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