APLB

terça-feira, 19 de junho de 2018

Estado divulga resultado final do concurso público para professor e coordenador pedagógico


O Governo do Estado, por meio das Secretarias da Educação e Administração  publicou, na terça-feira (19), no Diário Oficial do Estado (DOE), o resultado final e homologação do concurso público para suprimento de 3.760 vagas para a rede estadual de ensino, sendo 3.096 para professores e 664 para coordenadores pedagógicos.

O concurso recebeu mais de 103 mil inscritos, divididos em 27 Núcleos Territoriais de Educação (NTE), situados em Salvador e em outros 26 municípios do Estado. A classificação é separada por cargo, pelo tipo de disciplina e pelo local (NTE). Do total de vagas, 30% são reservadas para negros e 5% para pessoas com deficiência.

“Teremos 3.760 novos educadores na rede, professores e coordenadores pedagógicos, que irão atuar na capital e no interior, fortalecendo o eixo pedagógico das nossas escolas”, afirmou o secretário da Educação, Walter Pinheiro.

Professores terão remuneração total de R$ 2.814,28, enquanto que coordenadores pedagógicos receberão R$ 2.890,87. As vagas de professor são para lecionar Arte, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Língua Inglesa, Língua Portuguesa, Matemática, Química, Sociologia.

Matéria completa em:
http://institucional.educacao.ba.gov.br/noticias/estado-divulga-resultado-final-do-concurso-publico-para-professor-e-coordenador-pedagogico

APPI Informa – Plano de Desligamento Voluntário


Conforme publicado no Diário Oficial de Ilhéus de 18/06, o Poder Executivo prorrogou o prazo do Plano de Desligamento Voluntário (PDV) para o dia 30 de setembro de 2018.



BALANCETE - JANEIRO DE 2018


BALANCETE - DEZEMBRO DE 2017


BALANCETE - NOVEMBRO DE 2017


BALANCETE - OUTUBRO DE 2017


quinta-feira, 14 de junho de 2018

Audiência pública na Assembleia Legislativa debate a redefinição do porte das escolas públicas



Parlamentares, gestores escolares e representantes da Secretaria Estadual de Educação debateram na terça-feira, 12, na Assembleia Legislativa da Bahia, a “Requalificação do porte das escolas públicas estaduais e suas consequências”. A audiência pública foi realizada na Sala José Amando, no âmbito da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia e Serviços Públicos da Alba.

“O mais importante é abrir o diálogo com o Executivo tendo como ferramenta o Legislativo, que precisa compreender exatamente qual é o impacto da mudança do porte das escolas”, declarou a deputada estadual Fabíola Mansur (PSB), presidente do colegiado.

Compuseram a mesa os deputados Bira Coroa e Rosemberg Pinto, ambos do PT, Ana Margarida Catapano, superintendente de Recursos Humanos da SEC; Ricardo Monteiro, representante do Fórum de Gestores Escolares; Claudemir Nonato e José Lucas Sobrinho, diretores da APLB-Sindicato; e Luis Henrique, do Núcleo Territorial da Educação (NTE-26).

O encontro foi solicitado pelo Fórum de Gestores Escolares, que alerta para a necessidade emergencial de revisão dos parâmetros atuais para a definição do porte das escolas, que determina não somente os recursos, mas o número de funcionários e a quantidade de vice-diretores que a escola tem direito.

“O presente modelo não contempla as necessidades e compromete o fazer pedagógico. Sugerimos que além da quantidade de alunos matriculados sejam considerados outros critérios para a definição do porte das escolas, como os programas e projetos atendidos no contraturno, a diversidade de modalidades atendidas e dimensão predial e áreas externas da estrutura física”, propôs Ricardo Monteiro, do Fórum de Gestores Escolares.

“Educação não se faz com economia de palito, o modelo de fazer mais com menos precisa ser sepultado pois ele não traz prejuízo somente para a escola, mas para a educação como um todo”, criticou o professor Claudemir Nonato.
O Fórum de Gestores também critica os valores repassados pela SEC para as unidades de ensino. 

“Uma escola de porte médio (501 a 1.400 alunos) recebe R$ 8.000 por ano dividido em quatro parcelas para custeio de todas as despesas com insumos”, relatou Flavia Carvalho, gestora do colégio Filadelfia, da Vila Canária.

A própria tipologia de escolas por quantidade de estudantes é questionada pelos gestores, que propõem uma redução da tabela atual a parâmetros mais condizentes com a atualidade. (vide tabela abaixo)

“Quando eu estudava da rede pública era comum que o Colégio Central, ICEIA e Severino Viera recebessem alunos de todos os cantos da cidade e do Estado, mas hoje a realidade é outra, a escola chegou à periferia e essa escola que chega mais perto do aluno precisa ser valorizada”, anuiu o deputado estadual Bira Coroa.

“Temos um novo aluno e uma nova sociedade e a Secretaria de Educação precisa ouvir quem tá no chão da escola”, defendeu o deputado Rosemberg Pinto.
Segundo Ana Margarida Catapano, a SEC reconhece a necessidade de mudanças no Estatuto do Magistério, Instituído pela Lei 8261 de 29 de maio de 2002, e que em seus anexos 5 e 6 rege o porte das escolas e a carga horária dos vice-diretores.

“Não somente o porte, mas outros aspectos estão sendo discutidos na Secretaria de Educação para a atualização desta lei, já que pouca coisa permanece do jeito que era nesses 16 anos que a lei está em vigor”, pontuou. “Se o problema é a lei, vamos tratar da lei pois a questão do porte não é a única que carece de atualização”, arrematou Luiz Henrique, do NTE-26.

A deputada Fabíola Mansur pontuou que não cabe à Assembleia Legislativa a alteração do Estatuto, que depende de um projeto de lei do Executivo para tal. Acolhendo sugestão da plenária, Fabíola defendeu um acordo com a SEC para o acolhimento emergencial das demandas trazidas pelo Fórum de Gestores Escolares. Para tanto, será nomeado um Grupo de Trabalho formado pelos três deputados presentes, três representantes do Fórum e um da APLB-Sindicato que solicitará uma audiência com o Secretário de Educação Walter Pinheiro para tratar do assunto.

Revelando-se emocionada com o quadro de dificuldades e de superações relatado ao longo da sessão, Fabíola elogiou a mobilização do Fórum de Gestores e reafirmou seu compromisso com a educação pública de qualidade. “Se hoje nós temos essa situação de violência contra as mulheres, os negros, indígenas e contra o povo da periferia é porque nós ainda não temos a escola que nós precisamos e merecemos que é a escola preconizada por Anísio Teixeira, a verdadeira máquina de fazer democracia. E se ainda não temos essa escola não é por falta de professores e gestores escolares comprometidos, mas porque a sociedade não deu a vocês as condições de realizar esse trabalho”, finalizou Fabíola Mansur.

Fonte: Ascom Fabíola Mansur


Seminário Estadual “Mais Educação na Política” fortalece o diálogo e empoderamento na luta por uma educação pública, laica e de qualidade



Estreitar os laços, ampliar as discussões e fortalecer o movimento com o esclarecimento de informações. Este foi o objetivo do Seminário Estadual Mais Educação na Política, de iniciativa da APLB-Sindicato que foi realizado na manhã de terça-feira, 12 de junho, no auditório da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Compondo a mesa dos trabalhos estiveram presentes a Coordenadora-Geral em exercício, da APLB-Sindicato, a professora Marilene Betros, o professor Rui Oliveira, a deputada federal Alice Portugal (PCdoB), o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, o deputado Angelo Coronel, o presidente da CTB-Bahia, Paschoal Carneiro, e Julieta Palmeira, secretária da Secretaria Estadual de Políticas para as Mulheres (SPM), além dos advogados Rita Tourinho, Adailton Carvalho e Davino Sucupira.

Durante o Seminário foi lida por Marilene Betros, uma Carta Compromisso e entregue aos deputados Alice Portugal e Angelo Coronel. O evento contou com uma participação massiva das redes municipal e estadual, das Delegacias e Núcleos do interior, além de trabalhadores em educação de Salvador. Os principais assuntos abordados durante o seminário foram:

Precatórios do Fundef;
Reclassificação das Aposentadorias;
Desafios da Educação;
Direitos dos Aposentandos.
O Seminário foi transmitido AO VIVO, acesse o link e acompanhe AQUI pela Página do Facebook da APLB-Sindicato.

Veja mais no link: https://www.aplbsindicato.org.br/seminario-estadual-mais-educacao-na-politica-fortalece-o-dialogo-e-empoderamento/


segunda-feira, 28 de maio de 2018

Sindicato e prefeitura assinam acordo de campanha salarial em Ilhéus

  


Em assembleia realizada pela APPI/APLB Sindicato, na tarde desta segunda-feira (28), no Centro de Convenções, os  trabalhadores em Educação da Rede Municipal de Ilhéus votaram a favor da assinatura de acordo com o executivo para cumprimento das exigências da pauta de campanha salarial da categoria. O município tem 950 professores efetivos e 470 servidores. A adesão à paralisação de dois dias (segunda e terça) foi de 100 por cento dos trabalhadores efetivos.

A contraproposta do governo foi aceita e prevê o pagamento de 6,81 por cento na folha extra de maio; o pagamento, em junho, da diferença de abril; a implementação da tabela salarial dos professores em julho; o pagamento de 2,98 por cento para os não docentes na folha extra de maio, devendo as diferenças dos meses anteriores a maio serem pagas a partir de junho a setembro.

Na quarta-feira (30), os trabalhadores retomam as atividades normais nas escolas.