APLB

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Imagens - Paralisação com assembleia contra o desmonte das políticas educacionais


Com o tema “Basta de desmonte das políticas educacionais”, a APPI/APLB realizou em sua sede neste 10 de agosto, em Ilhéus, uma assembleia para marcar o dia nacional de paralisação dos trabalhadores em Educação.


A assembleia teve a presença da coordenadora estadual da UNCME, Gilvânia Nascimento, que fez palestra seguida de debate. “São vários os bastas que temos que dar: na política, economia, contra as privatizações, a corrupção e, principalmente, a perda de direitos na Educação. Nesse momento de reformas, nunca a LDB sofreu tantas mudanças e através de medidas provisórias, o que é uma forma equivocada. Por isso,  precisamos estar atentos ao que acontece nos bastidores, porque esse conhecimento é o que vai nos permitir ter uma visão de totalidade para avaliar as consequências desse momento nacional”, destacou a coordenadora.








Atenção, professores da Rede Municipal !


sexta-feira, 3 de agosto de 2018

6 DE AGOSTO - Dia Nacional dos Profissionais da Educação



O dia 6 de agosto marca uma data de valorização e reconhecimento para os funcionários de escola. Em Ilhéus, a APPI/APLB conseguiu garantir feriado escolar, talvez a única cidade brasileira a incluir o dia 06/08 no calendário, não apenas em homenagem mas como um dia voltado ao reconhecimento destes profissionais.

“Reconhecer e valorizar os funcionários de escola, destinando este dia como feriado escolar, da mesma forma que 15/10 já tem o dia do professor, ajuda a construir a unificação da nossa categoria de trabalhadores em Educação”, destaca o presidente da APPI, Prof. Osman Nogueira.

A lei 13054/2014 foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no dia 22 de dezembro de 2014 e publicada no Diário Oficial da União no dia seguinte. Segundo o autor do projeto, deputado Vicentinho, a proposta é uma homenagem ao trabalho qualificado dos profissionais que lidam com a Educação no espaço escolar e com a formação das novas gerações.

A data de comemoração escolhida refere-se à sanção da Lei 12.014/09, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), reconhecendo os funcionários de escola como profissionais de Educação. A mudança da Lei Nacional da Educação insere os funcionários de escola habilitados na categoria de profissionais da Educação escolar básica, juntamente com os professores e pedagogos, e beneficiou cerca de um milhão de trabalhadores que atuam nas escolas de ensino básico: educadores que passaram a ser valorizados e reconhecidos como profissionais de Educação em todos os municípios brasileiros.
Acesse a lei na íntegra http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13054.htm

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Imagens - Assembleia temática contra a BNCC do Ensino Médio


Uma assembleia temática reuniu hoje, no plenário da Câmara de Vereadores de Ilhéus, trabalhadores em Educação das redes municipal e estadual para um debate sobre o texto da Base Nacional Comum curricular (BNCC) que está tramitando no Conselho Nacional de Educação. Com palestra da Coordenadora Estadual da UNCME, Gilvânia Nascimento, a atividade faz parte de um calendário nacional da categoria para o dia D de denúncia contra a BNCC. Do debate foi gerada a proposta de realização de mais espaços para a discussão do tema, assim como outras questões que tem sido afetados pelas reformas, como a Educação do Campo e a Diversidade.








terça-feira, 31 de julho de 2018

Carta aberta em defesa do ensino médio público de qualidade


Por Aloísio Mercadante

O Ministério da Educação do golpe anunciou que realizará, na próxima quinta-feira (2), uma discussão em mais de 28 mil escolas públicas e particulares, envolvendo mais de 509 mil professores, sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino médio. Entretanto, o arbítrio, a falta de diálogo e o entendimento, indispensáveis em qualquer reforma educacional, criaram um generalizado e forte movimento da comunidade educacional pela revogação da Lei 13.415/2017, que instituiu a chamada “reforma do ensino médio”, e pelo cancelamento da proposta do golpe para a BNCC do ensino médio.

Assim como parte considerável dos educadores, dos trabalhadores da educação e dos estudantes, tenho a convicção de que as discussões em torno da BNCC são indissociáveis da reforma do ensino médio. Depois da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, de várias associações acadêmicas e científicas, agora, a própria SBPC aprovou, por unanimidade, moção pela revogação da lei do ensino médio e pela rejeição da proposta de BNCC do governo Temer. 
Isso significa que não é possível avançarmos nas discussões em torno da Base, antes de superarmos os gargalos e os equívocos estabelecidos pela Lei, que instituiu um verdadeiro apartheid educacional no Brasil.

Precisamos lembrar que a reforma do ensino médio do golpe possui um vício de origem. Editada por medida provisória, sem qualquer participação da sociedade, a proposta inicial do governo Temer tentou acabar com as disciplinas de filosofia, artes, educação e sociologia. Ainda mais grave, não fixou os conteúdos obrigatórios mínimos que deveriam ser oferecidos a todos os estudantes como dever do Estado, transferindo para as redes a oferta dos itinerários formativos.

+ Leia a carta na íntegra: http://cnte.org.br/index.php/comunicacao/noticias/20104-carta-aberta-em-defesa-do-ensino-medio-publico-de-qualidade.html