quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

PUBLICADO NO DIÁRIO OFICIAL DE ILHÉUS A HOMOLOGAÇÃO DO CONCURSO PÚBLICO 01/2011

Foi publicado no Diário Oficial de ontem, 28/02/2012 (terça-feira), a homologação do último concurso público da Prefeitura Municipal de Ilhéus.
Segundo a Secretaria de Administração, ainda nesta semana sairá um calendário de convocações.
Clique na imagem abaixo para visualizar o Diário.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

HOMOLOGADO O CONCURSO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE ILHÉUS

Foi homologado na manhã desta terça-feira (28) pelo prefeito de Ilhéus, Newton Lima, e pelo secretário da Administração do Município, Fernando Hughes, o resultado final do concurso público referente ao edital nº 01/2011 para provimentos de cargos na Prefeitura de Ilhéus. Segundo explicou Fernando Hughes, ainda esta semana será elaborado um calendário de convocações, tendo como base a data de validade do certame.
 A homologação alcançou o resultado final do concurso público para os cargos de Agente de Trânsito; Engenheiro Agrônomo; Engenheiro Ambiental; Geógrafo; Professor Educação Infantil e Series Iniciais Zona Urbana 40 horas; Professor Educação Infantil e Series Iniciais Zona Urbana 20 horas; Professor Educação Infantil e Series Iniciais Zona Rural 40 horas; Professor Educação Infantil e Series Iniciais Zona Rural 20 horas; Professor Educação Infantil e Series Iniciais Zona Rural Difícil Acesso 40 horas; Professor Educação Infantil e Series Iniciais Zona Rural Difícil Acesso 20 horas; Professor Ciências Zona Rural 40 horas e Professor Ciências Zona Rural 20 horas.
 Também fazem parte dos cargos cujo resultado foi homologado, o Professor Matemática Zona Rural 40 horas; Professor Matemática Zona Rural 20 horas; Porteiro Zona Rural; Porteiro Zona Rural Difícil Acesso; Merendeira (o) Zona Urbana; Merendeira (o) Zona Rural; Merendeira (o) Zona Rural Difícil Acesso; Auxiliar de Serviços Gerais Zona Rural; Auxiliar de Serviços Gerais Zona Rural Difícil Acesso; Agente Administrativo Zona Urbana; Agente Administrativo Zona Rural; Vigilante Zona Rural; Vigilante Zona Rural Difícil Acesso; Nutricionista Zona Urbana; Motorista Zona Urbana. O decreto entra vigor a partir do dia 28 de fevereiro deste ano.

Fonte: Bahia Online

APPI APLB SINDICATO PRESTA CONTAS DO SEGUNDO SEMESTRE DE 2011 E JANEIRO DE 2012

Como acordado com a categoria, a APPI APLB Sindicato publica a prestação de contas do segundo semestre do ano de 2011 e de janeiro de 2012.
Clique nos links abaixo para visualizar a prestação de contas mês a mês.

Prestação de contas do mês de julho





Agosto http://dc219.4shared.com/download/pd00CfRf/agosto2011_2.html?tsid=20120228-132931-861d76e8

setembro http://www.4shared.com/file/zPwrUpcQ/setembro2011.html

outubro http://www.4shared.com/file/sAw5qiSY/outubro2011_2.html

novembro http://www.4shared.com/file/yc_z3rum/novembro2011.html

dezembro http://www.4shared.com/file/yc_z3rum/novembro2011.html

janeiro de 2012 clique na imagem abaixo



DIVULGADO O RESULTADO DO PSICOTESTE DO CONCURSO DA PREFEITURA DE ILHÉUS

Foi publicado no site do S&R Concursos e Pesquisas, o resultado do Psicoteste para candidatos aprovados no último concurso da Prefeitura Municipal de Ilhéus.
Clique no link abaixo para conferência da lista.
http://www.srconcursosepesquisas.com.br/v2/arquivos/anexos/7ff19d3453e8cf6279a1051d33228b1d.pdf

OBS: Qualquer informação sobre o processo seletivo, entrar em contato com a Prefeitura Municipal de Ilhéus através das Secretarias de Educação e de Administração 

MEC DIVULGA VALOR DO PISO NACIONAL

O Ministério da Educação (MEC) anunciou no final da tarde de hoje (27) o percentual de reajuste do piso nacional do magistério, que deve ser atualizado em 22,22% e passar para R$ 1.451. A atualização segue a determinação do artigo 5º da Lei 11.738, de 16 de junho de 2008, aprovada pelo Congresso Nacional. O piso salarial foi criado em cumprimento ao que estabelece o artigo 60, inciso III, alínea "e" do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
Conforme a legislação vigente, a correção reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) de 2011, em relação ao valor de 2010.
A Lei do Piso determina que nenhum professor pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais, que agora é de R$ 1.451. Questionada na Justiça por  governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado.
Em 2011, o piso foi R$1.187 e, em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o valor era R$ 950.
Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos. Mas, desde 2008, nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim. (CNTE, com informações da Agência Brasil 27/02/12).

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

REUNIÃO PARA PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL, ENSINO FUNDAMENTAL l E CRECHE

A APPI APLB Sindicato convida aos professores que atuam na Educação Infantil, Educação Fundamental I e Creche da Rede Municipal de Educação de Ilhéus para  uma reunião que tratará dos seguintes assuntos:
Redução da Jornada de Trabalho
Atividades Complementares(AC)

Data: 02/03/2012(sexta-feira)
Hora: 16H
Local: IME-Centro

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

NOTÍCIAS SOBRE O PISO NACIONAL DO MAGISTÉRIO



Mais um ano letivo começou e permanece o impasse em torno da Lei do Piso Nacional do Magistério. Pela legislação aprovada em 2008, o valor mínimo a ser pago a um professor da rede pública com jornada de 40 horas semanais deveria ser reajustado anualmente em janeiro, mas muitos governos estaduais e prefeituras ainda não fizeram a correção.
Apesar de o texto da lei deixar claro que o reajuste deve ser calculado com base no crescimento dos valores do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), governadores e prefeitos justificam que vão esperar o Ministério da Educação (MEC) se pronunciar oficialmente sobre o patamar definido para 2012. De acordo com o MEC, o valor será divulgado em breve e Estados e municípios que ainda não reajustaram o piso deverão pagar os valores devidos aos professores retroativos a janeiro.
O texto da legislação determina que a atualização do piso deverá ser calculada utilizando o mesmo percentual de crescimento do valor mínimo anual por aluno do Fundeb. As previsões para 2012 apontam que o aumento no fundo deverá ser em torno de 21% em comparação a 2011. O MEC espera a consolidação dos dados do Tesouro Nacional para fechar um número exato, mas em anos anteriores não houve grandes variações entre as estimativas e os dados consolidados.
"Criou-se uma cultura pelo MEC de divulgar o valor do piso para cada ano e isso é importante. Mas os governadores não podem usar isso como argumento para não pagar. Eles estão criando um passivo porque já devem dois meses de piso e não se mexeram para acertar as contas", reclama o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão. A entidade prepara uma paralisação nacional dos professores para os dias 14,15 e 16 de março. O objetivo é cobrar o cumprimento da Lei do Piso.
Se confirmado o índice de 21%, o valor a ser pago em 2012 será em torno de R$ 1.430. Em 2011, o piso foi R$ 1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950. Na Câmara dos Deputados tramita um projeto de lei para alterar o parâmetro de reajuste do piso que teria como base a variação da inflação. Por esse critério, o aumento em 2012 seria em torno de 7%, abaixo dos 21% previstos. A proposta não prosperou no Senado, mas na Câmara recebeu parecer positivo da Comissão de Finanças e Tributação.
A Lei do Piso determina que nenhum professor pode receber menos do valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. Questionada na Justiça por governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado. Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos, mas desde 2008 nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim.
"Os governadores e prefeitos estão fazendo uma brincadeira de tremendo mau gosto. É uma falta de respeito às leis, aos trabalhadores e aos eleitores tendo em vista as promessas que eles fazem durante a campanha de mais investimento na educação", cobra Leão.

FONTE: CNTE

PRÊMIO EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS – A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS



O Ministério da Educação – MEC por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – MEC/SECADI, em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura – OEI, com apoio do CONSED e da UNDIME e patrocínio da Fundação MAPFRE, instituiu o Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola aprendendo com as diferenças por meio da Portaria nº. 1.246, de 15 de setembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 16 de setembro de 2011.
Em sua primeira edição, o Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola aprendendo com as diferenças, objetivou a identificação e valorização de experiências significativas para o processo de desenvolvimento inclusivo das escolas públicas brasileiras. Nesta oportunidade, foram inscritas 713 experiências, de mais de 420 municípios de todas as Unidades Federadas, das cinco regiões do país.
O II Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola aprendendo com as diferenças mantêm como objetivos promover, difundir e valorizar experiências escolares inovadoras e efetivas de inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, realizadas por gestores, educadores, professores, estudantes.No II Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola aprendendo com as diferenças serão premiados Relatos de Experiências das escolas públicas de educação básica e das secretarias de educação, além de Textos Narrativos produzidos por estudantes dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio, matriculados em escolas públicas brasileiras. Será, também, concedida Menção Honrosa à experiência inclusiva de educação infantil que se destacar.
Para ter acesso a maiores informações, clique no link abaixo.

FUNDAÇÃO BRADESCO REALIZA EVENTO EDUCACIONAL

O EventosFB apresentará a palestra "Tecnologias da Cisco para Educação", com Daniel Vicentini, no dia 27 de fevereiro de 2012, às 15:00 (Horário de Brasília).
Atualmente, é necessário que todos estejam atualizados quando falamos de tecnologia, uma vez que já faz parte da maioria das atividades que exercemos. A área de educação não foge desta regra! É vital que os alunos tenham contato com tecnologias para vivenciarem uma experiência diferenciada, facilitando o aprendizado.
Por esta razão, a Fundação Bradesco apresentará  as tecnologias da Cisco para atender as novas demandas e expectativas dos Alunos do século 21.
Para participar desse evento você precisará se registrar, mas atenção, o evento é totalmente on-line, as vagas são gratuitas e limitadas!

Vale ressaltar que, para  este tipo de evento a Fundação Bradesco não emite certificado mas participar é muito importante.

Para registrar-se no evento on-line clique abaixo:
Registro para evento

EDUCAÇÃO/TECNOLOGIAS DA ERA DIGITAL E QUALIDADE DE ENSINO

A urgência do país em modernizar a escola pública, com tecnologias da era digital, deve ser a mesma para se garantir as condições de acesso e permanência aos estudantes e aos que ainda não foram alfabetizados (cerca de 14 milhões de brasileiros/as!).
O papel da escola pública consiste em incluir pessoas no processo de construção e socialização do conhecimento e das vivências socioculturais. Há tempos que não basta mais assegurar a matrícula ou a merenda; é preciso garantir a qualidade da educação, cujo conteúdo extrapola o binômio ensino-aprendizagem - sobretudo sob a ameaça da padronização de currículos mínimos.
Com base nesses desafios, as novas tecnologias, que precisam ser incorporadas pela escola pública, cumprem, ao menos, dois objetivos importantes: possibilitam novas formas de comunicação e aprendizagem - bem mais acessíveis à linguagem das novas gerações - e garante a universalização do acesso, principalmente das camadas populares, a computadores e ao universo da tecnologia digital. Ademais, a aplicação das tecnologias na educação não deve ser vista como fim em si mesmo, mas como um instrumento pedagógico em benefício da aprendizagem.
A principal crítica ao programa recém lançado pelo MEC, de um computador para cada professor, consiste no fato de que faltam às escolas, e aos próprios docentes, condições mínimas para exercerem suas tarefas de educar crianças, jovens e adultos. Os prédios são sucateados e sem laboratórios, bibliotecas ou quadras esportivas, em muitos casos. Os salários e a formação profissional são defasados e as condições de trabalho precárias.
A CNTE entende que as políticas educacionais devam ser urgentes e sistêmicas. Os déficits educacionais, das matrículas e da qualidade, têm prejudicado cidadãos e o próprio país. E os computadores são mais um componente da defasagem da maioria dos sistemas de ensino, que já deveria contar com máquinas e acesso à internet banda larga.
Contudo, para que o programa do MEC atinja os objetivos esperados, além de garantir os hardwares e os softwares aos docentes, e depois aos estudantes, é preciso instrumentalizar a categoria por meio da formação continuada - que está emperrada no Ministério, também por culpa dos gestores estaduais e municipais que não criam condições para a atualização dos professores.
Um caminho promissor aos programas do MEC para a educação básica deve ser o de induzir os sistemas públicos de estados e municípios a observarem seus compromissos educacionais, sobretudo os definidos na Constituição, nas leis e em normativas do Conselho Nacional de Educação. De modo que a aplicação da jornada extraclasse e o cumprimento do valor mínimo de referência nacional para as carreiras do magistério, o piso, constituem os primeiros passos efetivos para o sucesso desse e de outros programas escolares.

 Fonte: CNTE 2012