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quarta-feira, 17 de abril de 2013

APPI participa de ato público em defesa da saúde em Ilhéus

Centenas de ilheenses, representando as mais diversas entidades, associações, igrejas, clubes de serviços e centrais sindicais foram às ruas de Ilhéus na tarde desta terça-feira para denunciar o descaso e a irresponsabilidade do governo municipal com a saúde. Com faixas, cartazes, apitos e carros de som, os ilheenses cobraram do prefeito mais respeito e os necessários investimentos na saúde, principalmente com relação a reabertura dos postos que foram desativados.

A APPI/APLB-Sindicato, Delegacia Sindical Costa do Cacau, também participou do movimento, mostrando que a educação também deve partir em defesa da saúde. O diretor da APPI, Pascoal João dos antos, denunciou a situação de abandono da saúde em Ilhéus e da falta de condições do Hospital Geral Luiz Viana Filho de atender ao grande número de pacientes, já que os postos de saúde estão fechados.

A presidente da APPI, Enilda Mendonça, também participou do movimento, cobrando mais respeito do governo municipal com a cidade. A situação da saúde em Ilhéus chegou ao fim do poço. Na maioria dos bairros os postos de saúde estão fechados, abandonados e os hospitais já não comportam o grande numero de pacientes. Quem precisa do serviço da saúde em Ilhéus sabe que tem que sofrer muito e na maioria das vezes somente o Hospital Geral Luiz Filho, mesmo com a superlotação e funcionando precariamente, ainda realiza o atendimento. A saúde básica da cidade está na UTI e o governo municipal ainda não realizou, nesses quatro meses de administração, nenhuma ação visando melhorar esse setor.

Pelos mais diversos bairros da cidade o sentimento e de que a saúde em Ilhéus piorou muito com a atual administração. Moradores reclamam que alguns postos ainda funcionavam, mesmo que precariamente, e as consultas e atendimento eram feitos no próprio bairro, mas depois que o atual prefeito assumiu a Prefeitura tudo piorou. É o caso dos bairros do Salobrinho, Banco da Vitória, Iguape, Barra, Malhado, Pontal e várias outras localidades. Nos distritos, vilas e povoados a situação é ainda pior.