APLB

terça-feira, 10 de maio de 2016

Trabalhadores em educação debatem sobre projeto que trará sérios prejuízos para o Brasil

Discutir as políticas públicas propostas pelo eventual novo governo de Michel Temer, caso ocorra de fato um golpe, e alertar para os prejuízos que essas medidas trarão em todos os setores, principalmente na área da educação e no retrocesso para os direitos dos trabalhadores. Esse foi o objetivo do debate realizado na tarde desta terça-feira, no Sindicato dos Bancários de Ilhéus, promovido pela APPI/APLB-Sindicato, em parceria com a CTB.

Durante o encontro, o presidente da APPI/APLB-Sindicato, Osman Nogueira Junior, explicou que o objetivo do debate não foi discutir questões partidárias e nem defasa ou não do golpe ou da democracia, mas sim propor discussões e esclarecimentos sobre o projeto apresentado pelo vice-presidente Michel Temer, denominado de Ponte para o Futuro, que traz uma série de prejuízos tanto para a saúde, habitação, a economia de um modo geral, como ataca direitos dos trabalhadores conquistados com muita luta.

O dirigente da CTB e presidente do Sindicato dos Bancários de Ilhéus, Rodrigo Cardoso, fez uma análise de cada um dos pontos do projeto que chega a ser classificado como Ponte para o Passado, tendo em vista o perigo que representa para o cidadão e pelo retrocesso aos direitos e conquistas dos trabalhadores. Ele fez questão de colocar que não se trata de uma análise pessoal, mas de uma leitura de uma proposta que foi publicada pelo próprio eventual futuro presidente do Brasil e que está acessível a todo cidadão.

Rodrigo Cardoso fez questão de destacar diversos ponto do projeto, que afeta diretamente o setor da economia, da indústria, da saúde e até os programas sociais, já que em um dos trechos da nova medida está posto que não será usado recursos para subsidiar e financiar o Minha Casa, Minha Vida, um programa que tem garantido a dignidade e a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro, gerando também emprego e renda. Os participantes do debate consideraram as discussões como importantes e necessárias, sugerindo que essas informações sejam difundidas e levadas a todos os profissionais, principalmente os trabalhadores em educação, que lidam no dia a dia com a formação de opinião.




APLB-Sindicato defende imunização da rede de ensino contra o vírus da Gripe H1N1

O coordenador geral da APLB-Sindicato, Rui Oliveira, encaminhou ofício ao governador do estado da Bahia, Rui Costa, solicitando a imunização dos trabalhadores em educação contra o vírus da gripe H1N1. No documento Rui Oliveira explicou que a rede estadual conta com 45.170 educadores em atividade, em contato com 1 milhão e 200 mil estudantes, daí a importância da imunização.

Em Ilhéus o presidente da APPI/APLB-Sindicato, Osman Nogueira Junior, encaminhou, no início do mês de abril,  ofício ao secretario municipal de Saúde, Antonio Ocké, solicitando que os trabalhadores em educação sejam incluídos no grupo de risco da doença viral H1N1 e que, portanto, devem ser beneficiados com a antecipação da vacinação. No ofício a APPI afirma que o vírus é disseminado entre pessoas e esses servidores da educação estão em contato direto com em media 600 a 1200 pessoas por dia, merecendo um tratamento diferenciado por trabalharem diretamente com crianças, adolescentes e adultos.

Justifica a APPI que a grupe suína H1N1 é uma doença viral transmitida por novo tipo de vírus da mesma família da gripe e que passa para as pessoas através de tosse e de espirros. Algumas pessoas podem se infectar em contato com os objetos contaminados. Nesse caso, os trabalhadores em educação estariam considerados no grupo de risco e estão vulneráveis à contaminação, já que vivem e convivem em ambiente de grande aglomeração e que devem estar incluídos na antecipação da vacinação,