APLB

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Acompanhe os processos movidos pela APPI/APLB-Sindicato para garantir a revisão anual dos trabalhadores em educação e o piso nacional dos professores

PISO NACIONAL PARA OS PROFESSORES : Processo número 785-27.2013.5.05.0491

REVISÃO ANUAL DOS OS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO: Processo número 789-64.2013.491

Fim da greve: Sindicatos entram com 06 ações contra o governo municipal

A greve geral de todas as categorias de servidores municipais de Ilhéus foi encerrada nesta segunda-feira (07) com o protocolo de seis ações na Justiça do Trabalho contra o governo municipal solicitando o cumprimento da lei que garante a revisão salarial anual dos trabalhadores e o piso nacional dos professores. Dessas seis ações movidas pelos sindicatos, cinco são referentes à revisão anual dos servidores e uma é para a garantia do piso nacional dos professores, todas tomando como referência a data base de cada categoria. A primeira audiência já está marcada para o dia 12 de novembro na Justiça do Trabalho, mas os sindicatos já estão solicitando a antecipação de tutela para garantir, o mais rápido possível, o repasse da revisão salarial dos trabalhadores e piso nacional dos professores.

Com a ação na justiça os trabalhadores decidiram retornar ao trabalho, depois de mais de 80 dias de greve. Mas os servidores dos cinco sindicatos estarão em estado de greve, realizando constantes mobilizações para acompanhar cada etapa do julgamento dos processos. Os líderes sindicais informaram que nesses 80 dias de greve foram feitas todas as tentativas de acordo para sensibilizar o prefeito Jabes Ribeiro para a necessidade do cumprimento da lei que assegura o pagamento da revisão anual e o piso nacional. Como não houve acordo e para não prejudicar os cidadãos que necessitam dos serviços, os trabalhadores decidiram acabar com a greve e entrar com as ações na justiça.

Os trabalhadores reivindicam a reposição anual de 5,84% para todas as categorias, e 7,97% para os professores, como manda a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas ao invés de conceder a revisão, o governo municipal apresentou a proposta de reduzir em 20% a jornada de trabalho e, consequentemente os salários. Na avaliação dos trabalhadores, a proposta, além de imoral, ainda representa um desrespeito aos servidores.