APLB

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O QUE REPRESENTA A LUTA PELA DERRUBADA DO VETO AO ESTATUTO



Podemos dividir a história do nosso estatuto em 3 partes

1ª parte – O Executivo encaminha à Câmara o projeto de Estatuto sem prévia discussão com os trabalhadores, em uma conjuntura política onde o prefeito detém a maioria absoluta de apoio dos vereadores.  

Clima totalmente desfavorável aos trabalhadores, que naquele momento entenderam a situação e atendendo a convocação dos sindicatos se fizeram presentes. Resultado: retirada do projeto da Câmara para discussão com os Sindicatos;

2ª parte – Não houve avanço nas negociações entre o Sindicato e o Executivo. Mais uma vez o projeto do estatuto é enviado à Câmara. Desta vez os trabalhadores decidiram que o texto não atendia a sua demanda. Mais mobilização e muita CORAGEM.

Conseguimos reverter a votação e foi criada uma negociação entre Executivo e Sindicatos com a mediação do Legislativo. Naquele momento conseguimos modificar o texto, seja com supressão, alteração ou adição com mais de 30 emendas. O texto consensuado entre o Executivo, Legislativo e Sindicatos foi aprovado por unanimidade dos vereadores, com o compromisso da derrubada do veto, caso houvesse. A participação dos trabalhadores foi marcante fazendo história.

3ª parte -  O prefeito veta 3 emendas. Sendo elas: direito de opção, previsão de aposentadoria complementar e direito a insalubridade/periculosidade.

Novamente voltamos a arena de batalha que é a Câmara de Vereadores. O que queremos? Que os vereadores garantam o acordo de derrubem o veto do prefeito. Como conseguiremos? Lotando a câmara de trabalhadores. Os servidores precisam ser protagonista desta história.

Temos um clima favorável a nós. Depende apenas que estejamos presentes nas sessões. Nada mais.

O que perderemos se o veto do prefeito não for derrubado?

1-    TODOS obrigatoriamente serão estatutários e perderemos o direito ao FGTS;
2-    Não teremos previsão de complementação de aposentadoria;
3-    E não haverá o direito de receber insalubridade e periculosidade.
O que nos resta fazer?

OCUPAR A SESSÃO DA CÂMARA PORQUE UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS E JÁ PROVAMOS ISSO.

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Servidores públicos mantém vigílias para acompanhar derrubada do veto do prefeito


Os servidores públicos municipais de Ilhéus estão realizando vigílias nas sessões da Câmara de Vereadores para acompanhar a derrubada dos vetos do prefeito ao projeto que cria o Estatuto do Servidor. Depois de muitas discussões, acordos e negociações, o projeto foi aprovado por unanimidade dos vereadores, com uma série de emendas, e com a garantia dos parlamentares de que derrubariam os vetos do prefeito.



A expectativa dos trabalhadores é de que a palavra dos vereadores seja cumprida e os vetos do prefeito sejam derrubados, mantendo assim o projeto como foi aprovado pela Câmara. Por esse motivo a APPI/APLB-Sindicato considera fundamental a presença dos trabalhadores nas vigílias das sessões para acompanhar o voto de cada vereador. Na próxima terça e quarta-feira, a partir das 15 horas, os servidores públicos continuaram em vigília pela garantia dos seus direitos.


Greve Nacional – De 15 a 17 de março de 2016

Na última reunião do Conselho Nacional de Entidades da CNTE foi aprovado o calendário prévio de mobilização nacional da categoria, contra a militarização e a gerência de Organizações Sociais nas escolas públicas, contra a “lei da mordaça” (a exemplo do projeto “Escola Sem Partido”), contra o fechamento indiscriminado e autoritário de escolas, sendo que, nos dias 15 a 17 de março, os/as trabalhadores/as em educação deflagrarão Greve Nacional para contrapor os retrocessos impostos à escola pública e a seus profissionais.