APLB

terça-feira, 15 de abril de 2014

APLB-SINDICATO INFORMA: PARALISAÇÃO DA REDE ESTADUAL NESTA QUARTA-FEIRA, 16

A APLB-Sindicato convoca a categoria  para participar da assembleia conjunta dos servidores públicos nesta quarta-feira,  16 de abril, às 9 horas, com todos os servidores, no ginásio de esporte dos Bancários, na Ladeira dos Aflitos. A assembleia é promovida pela Federação dos Trabalhadores Públicos do Estado da Bahia (Fetrab).
A decisão do sindicato foi tomada em assembleias realizada pelas 18 delegacias regionais e a desta terça-feira, 15, na capital, pela manhã. Após os informes gerais, o coordenador-geral do Sindicato, o professor Rui Oliveira, colocou a proposição em votação durante a assembleia e a categoria aprovou  reafirmando que seguirá a orientação da assembleia conjunta da quarta-feira (16),  definida por todos os servidores públicos estaduais.
Os trabalhadores reagiram ao texto enviado pelo governador Jaques Wagner. O pagamento do reajuste linear será dividido em duas vezes: 2% em abril, retroativos a janeiro, e 3,91% sobre o salário de abril, no mês de julho. Totalizando 5,91%.
Esta última parcela seria paga no mês de setembro e foi antecipada pelo governo. A direção da APLB-Sindicato luta por um aumento linear e uma promoção de 14% para a categoria.

REDE MUNICIPAL: Assembleia nesta quarta-feira, às 14 horas, no Pátio do IME-Centro

Trabalhadores em educação da rede municipal de Ilhéus estarão realizando uma assembléia nesta quarta-feira(16), às 14 horas, no pátio do Instituto Municipal de Ensino Eusínio Lavigne (IME-Centro), para avaliar a paralisação de três dias realizada pela categoria e discutir sobre os avanços da campanha salarial 2014. Os trabalhadores não descartam a possibilidade de decretar greve por tempo indeterminado, já o governo municipal insiste em não respeitar as leis e se recusa a garantir o reajuste legal dos servidores.

O ano letivo de 2014 seria iniciado na última segunda-feira, dia 14, nas escolas da rede municipal de Ilhéus, mas em assembleia dos trabalhadores em educação, realizada na quarta-feira(09), na Câmara de Vereadores, a categoria decidiu fazer uma paralisação de advertência de três dias, em sinal de protesto pelo fato do governo municipal não ter assinado o acordo de campanha salarial 2014 que prevê, dentre outros pontos, o pagamento do piso nacional dos professores e o reajuste salarial dos demais trabalhadores.

A categoria também decidiu que não participaria das atividades de planejamento e nem da jornada pedagógica. A presidente da APPI/APLB-Sindicato, Delegacia Sindical Costa do Cacau, Enilda Mendonça, informou que a data base da categoria é janeiro de 2014 e pauta da campanha salarial, aprovada por unanimidade pelos trabalhadores em educação, foi protocolada na Prefeitura de Ilhéus em dezembro do ano passado, mas até o momento o governo municipal não assinou o acordo. Enilda Mendonça informou que os trabalhadores estão tentando de todas as formas negociar com o governo municipal para que a lei seja cumprida e seja assim garantido o reajuste dos servidores e o pagamento do piso nacional dos professores.

O mais grave, segundo Enilda Mendonça, e que a proposta apresentada de maneira informal pelo governo municipal, é a mesma do ao passado, de reduzir a carga horária e, consequentemente, os salários dos trabalhadores. Na assembleia da categoria, os trabalhadores consideraram a proposta do governo como imoral, desrespeitosa e perversa. Ainda na assembléia desta quarta-feira serão discutidos outros assuntos de interesse da categoria, como o pagamento do salário do mês de dezembro de 2012.

APPI alerta governo que dias cortados não serão repostos



A APPI/APLB-Sindicato, Delegacia Sindical Costa do Cacau, encaminhou ofícios ao prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, ao Procurador Geral do Município, Otávio Augustus Carmo, e aos secretários Ricardo Teixeira, de Administração, e Marlúcia Mendes, de Educação, informando que os dias descontados em decorrência da paralisação ou greve no salário dos trabalhadores em educação não serão repostos.

No mesmo ofício a APPI comunica que a não reposição dos dias cortados gerará problemas para o sistema municipal de ensino no cumprimento do que determina a Lei de Diretrizes e Bases da Educação. O sindicato comunicou ainda que a APPI não quer inviabilizar o diálogo e aguarda o agendamento de data de audiência para tratar da campanha salarial.